Os gatos e os humanos têm muito em comum no que diz respeito ao cancro

Atlas do genoma criado para o cancro do gato: nova esperança de melhores tratamentos para gatos e humanos

23.02.2026
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Uma equipa de investigação internacional que envolveu o Vetmeduni criou o maior retrato genético do cancro do gato até à data. Para o efeito, foram examinados 493 tumores de 13 tipos diferentes de cancro, juntamente com tecido saudável dos mesmos gatos. O objetivo do estudo era descobrir que alterações genéticas são típicas do cancro do gato, o que isso tem a ver com o cancro humano e como estas descobertas podem ser utilizadas para novos tratamentos.

Os resultados demonstram-no: Os gatos e os humanos têm muito em comum no que diz respeito ao cancro. O gene TP53, que também desempenha um papel importante nos humanos, foi alterado com particular frequência nos gatos. Outros genes como o FBXW7, CTNNB1 e PIK3CA foram também frequentemente afectados. "O gene supressor de tumores TP53 foi alterado em cerca de um terço de todos os casos - um padrão claro que também observamos nos humanos", explica Christof Bertram, coautor do estudo e professor assistente no Centro de Patobiologia do Vetmeduni Vienna. Mas também existem diferenças: por exemplo, o gene FBXW7 é frequentemente alterado no cancro da mama em gatos, enquanto o TP53 tende a desempenhar um papel importante nos humanos. Estas diferenças podem fazer dos gatos um modelo valioso para certos tipos de cancro.

O que a investigação revela sobre as causas

O estudo também fornece pistas sobre a forma como o cancro se desenvolve nos gatos. Em mais de metade dos casos de cancro da pele, os investigadores encontraram vestígios de danos causados pela luz UV - semelhante aos humanos que apanham demasiado sol. Também descobriram ADN de vírus do papiloma em alguns tumores, o que poderá ter um papel no desenvolvimento do cancro. É igualmente interessante o facto de os tumores nos gatos seguirem frequentemente um determinado padrão: Ou existem muitas pequenas mutações ou grandes alterações nos cromossomas - mas raramente ambas ao mesmo tempo. "Este padrão de um ou outro é muito semelhante ao que conhecemos da medicina humana", diz Bertram.

Nova esperança: melhores tratamentos para gatos e humanos

As descobertas genéticas poderão ajudar a tratar o cancro nos gatos de forma mais específica no futuro. Em mais de metade dos tumores estudados, os investigadores encontraram mutações em genes que podem ser tratados com medicamentos. Particularmente interessante: alguns genes têm os chamados "pontos fracos" que podem ser usados para atingir especificamente as células tumorais. No total, 37% dos tumores poderiam ser tratados desta forma. A equipa também descobriu alterações genéticas em 67 casos que já são considerados tratáveis na medicina humana - por exemplo, em genes como o KIT ou o PIK3CA. "Desde os danos causados pelos raios UV até aos alvos precisos, este estudo fornece um mapa prático para futuros tratamentos em gatos e humanos", resume Christof Bertram.

O estudo mostra como os gatos e os humanos são semelhantes no que diz respeito ao cancro - e como podemos aprender uns com os outros. Ao mesmo tempo, as diferenças entre as espécies revelam novas relações biológicas. Este é um grande passo em frente para a chamada abordagem "One Medicine", em que a medicina humana e veterinária trabalham em conjunto para desenvolver melhores terapias para todos.

Observação: Este artigo foi traduzido usando um sistema de computador sem intervenção humana. A LUMITOS oferece essas traduções automáticas para apresentar uma gama mais ampla de notícias atuais. Como este artigo foi traduzido com tradução automática, é possível que contenha erros de vocabulário, sintaxe ou gramática. O artigo original em Alemão pode ser encontrado aqui.

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